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Curso - Imagem, história e Brasil no vaivém das redes de dormir com Raphael Fonseca

MAM SP - Av. Pedro Alvares Cabral, s/nº – Parque Ibirapuera

Curso - Imagem, história e Brasil no vaivém das redes de dormir com Raphael Fonseca
Datas: 27 de janeiro, 03, 10, 17 de fevereiro de 2021
Horário: das 19h às 21h por videoconferência

Público: interessados em geral 

Duração: 04 encontros

Curso completo: R$ 320 em até 2 parcelas 

 

A partir das iconografias das redes de dormir, esse curso lança um olhar sobre possíveis narrativas para a história da arte no Brasil. Estruturado em um arco temporal linear, os encontros serão pautados nos usos e desusos das redes de dormir para se criar discursos a respeito das ideias de “Brasil”, “brasileiro” e “brasilidade” entre a invasão das Américas e a contemporaneidade.

 

Programação*

Aula 1 | (27/01) “De esteio a esteio, uma rede atada pelos cabos, alta, em que dormiam…”: primeiras invenções do Brasil
Neste primeiro encontro serão apresentados alguns princípios conceituais do curso e da pesquisa, além de uma série de imagens produzidas por viajantes de diversas origens entre o século XVI e o princípio do XVII.

 

Aula 2 | (03/02) “Já brasileiros, mas sempre europeus de coração”: a disseminação de clichês
Neste dia serão discutidas e analisadas imagens que contam com a presença das redes de dormir e datam de meados do século XVII a meados do século XIX; eis aqui imagens produzidas massivamente entre a colonização do Brasil e a declaração de sua independência.

 

Aula 3 | (10/02) “A rede toma nosso feitio, contamina-se com os nossos hábitos”: narrativas da “arte moderna brasileira”
No terceiro encontro serão discutidos artistas e imagens que dizem respeito à invenção do modernismo no Brasil, em um arco temporal que pensa a “arte moderna” entre finais do século XIX e meados do século XX. 

 

Aula 4 | (17/02) “À luz de dois mundos”: “arte contemporânea brasileira”, institucionalização e decolonialidade
Na última aula, especial atenção será dada a artistas que produziram obras sobre o Brasil e as redes de dormir de 1960 até a contemporaneidade – de quais formas a ideia de “brasilidade” foi manipulada e muitas vezes usada para exportação devido ao anseio por uma “arte brasileira”? Quais as contribuições de artistas que, nos últimos cinco anos, desenvolvem pesquisas em diálogo explícito com a noção de decolonialidade?

 

Raphael Fonseca é pesquisador da interseção entre curadoria, história da arte, crítica e educação. Doutor em História da Arte pela UERJ com pesquisa sobre as relações entre a história da imagem no Brasil e as iconografias das redes de dormir.

 

Ao se inscrever no curso, você tem direito a um catálogo do mam sp. O catálogo só pode ser retirado presencialmente na recepção do museu apenas nos dias e horários em que o museu estiver aberto seguindo os protocolos da covid-19, a partir do dia 19/01/2021. Apenas um catálogo por pessoa. O catálogo é escolhido previamente pela instituição. Os catálogos não poderão ser enviados pelo correio.

 

Dúvidas:

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