Artistas

João Loureiro

João Loureiro, 1972, vive e trabalha em São Paulo. João é Mestre em Poéticas Visuais pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo – ECA/USP e Licenciado em Artes Plásticas pela Fundação Armando Álvares Penteado – FAAP. Fez mostras individuais como “Pedra que Repete”, na Casa da Imagem (São Paulo, SP, 2013), “Fim da Primeira Parte”, na Galeria Vermelho (São Paulo, SP, 2011), Solo Project na VOLTA 6 (Basel, Suíça, 2010), “Blue Jeans”, no Projeto Octógono de Arte Contemporânea da Pinacoteca do Estado (São Paulo, SP, 2009), “Reaparição”, no Paço Imperial (Rio de Janeiro, Rj, 2008) e “Passagem Secreta”, no Centro Universitário Maria Antônia (São Paulo, SP, 2003). Participou das exposições coletivas “Open Borders/Crossroads Vancouver Biennale” (Vancouver, Canadá, 2014), “Panoramas do Sul – 18º Festival Internacional de Arte Contemporânea SESC/Videobrasil”, no SESC Pompéia (São Paulo, SP, 2013), “In Situ – Arte en el Espacio Publico (San Carlos de Bariloche, Argentina, 2012), “Caos e Efeito”, no Instituto Itaú Cultural (São Paulo, SP, 2011), “MAM na OCA: Arte Brasileira no Acervo do Museu de Arte Moderna de São Paulo”, na OCA (São Paulo, SP, 2006), “Panorama da Arte Brasileira”, no Museu de Arte Moderna de São Paulo (2005) e “20 Artistas – 20 Anos”, no Centro Cultural São Paulo (SP, 2002).

Ele trabalha com a materialidade das coisas já existentes, dos objetos cotidianos e de consumo, daquilo que já conhecemos e cujas representações organizamos na memória. Diferente do ready-made de Duchamp, Loureiro não se apropria de objetos, mas os constrói do zero, emprestando suas imagens. Essas obras, esvaziadas de funcionalidade, surgem como espectros e criam uma espécie de narrativa fantástica – é como se, por meio desse procedimento, o artista evidenciasse a presença deles, tornando-os ainda mais fortes do que eram em sua existência padrão. Picolés de madeira, ar-condicionado de isopor, teia de aranha de metal – entre outros –, são apresentados de forma sintética, reduzidos à sua comunicação mais direta, como imagem, algo próximo de um ícone.

Obras do artista