Agenda

Programação Educativa e Participativa do MAM RIO

MAM Rio - Av. Infante Dom Henrique, 85, Aterro do Flamengo, RJ

Programação Educativa e Participativa do MAM RIO

EDUCAÇÃO E PARTICIPAÇÃO

 

PARA FAZER EM CASA

Oficinas online para crianças de todas as idades. Vídeos nos quais artistas e educadores propõem atividades para serem realizadas em casa, disponível em www.vimeo.com/mamrio e divulgadas em redes sociais.

 

A partir de SEX 7 MAI
Oficina de jeitos de dar nomes, com Carol Dall Farra. Para dialogar com a exposição Marcos Chaves: as imagens que nos contam, a artista Carol Dall farra propõe uma oficina sobre jeitos de dar nomes. O artista Marcos Chaves cria relações entre os objetos que encontra e, por vezes, provoca em seu trabalho muitas relações entre imagens e palavras. Pensando nisso, Carol Dall farra convida as crianças a escolher nomes para as coisas que temos em casa, e contar histórias sobre elas.

 

ZONA ABERTA
Ateliê móvel que propõe atividades e práticas artístico-pedagógicas nos jardins e demais áreas externas do MAM Rio. Visa a integração e participação de grupos e pessoas que frequentam o Aterro do Flamengo, a partir de diferentes formas de vivenciar, conviver e se apropriar do museu. Faixa etária: livre

 

SÁB 8 MAI, das 10h às 13h

Formas de aprender, com Laís Daflon e Daniel Bruno

Como você aprendeu a escrever? Quem te ensinou a cozinhar seu prato preferido? Você sabe ensinar algo que aprendeu na escola? Você já aprendeu a fazer algo sozinho? O que a internet te ensinou? No Zona Aberta deste sábado, vamos relembrar com quem e como aprendemos coisas importantes que nos marcaram. Em diálogo com a exposição Fayga Ostrower: Formações do Avesso, vamos também descobrir o que podemos aprender no espaço do museu.

 

 

 

 

 

SÁB 15 MAI, das 10h às 13h

Formas de aprender, com Taiana Simões

Dando continuidade à pesquisa, convidamos Taiana Simões, educadora, para uma ação com o público voltada para formas de aprender a partir das relações com o meio ambiente e a natureza nos arredores do MAM.

 

 

VISITAS PETROBRAS

Os educadores acompanham grupos de até 8 pessoas de qualquer idade, quando dialogam e compartilham olhares, leituras e significados nas exposições do MAM. Agendar em www.mam.rio/ingressos

 

DOM 09, 16, 23 e 30 MAI

 

10h30 - Uma volta pelas exposições - A visita propõe uma visão panorâmica da programação com uma volta pelas exposições em cartaz instigando relações de contrastes e aproximações a partir da reflexão: o que pode ser um museu?

 

13h30 - Arquitetura MAM - Visita com foco no edifício, projetado por Affonso Eduardo Reidy, e nos Jardins do MAM, de autoria de Roberto Burle Marx. A arquitetura e o paisagismo como arte.

 

15h - Uma volta pelas exposições - A visita propõe uma visão panorâmica da programação com uma volta pelas exposições em cartaz instigando relações de contrastes e aproximações a partir da reflexão: o que pode ser um museu?

 

 

PERCURSOS

Monte um grupo de seu relacionamento para ter acesso exclusivo às exposições antes do horário de abertura do museu para o público. Com ingresso de valor diferenciado, o grupo terá direito a reserva no estacionamento e acompanhamento de educadores, que irão propor circuitos de visitação a cada grupo a partir de um percurso previamente escolhido. São apenas duas sessões diárias, para grupos de até 8 pessoas, e seguem todos os protocolos de segurança sanitária. Agendar em www.mam.rio/ingressos

 

QUINTAS E SEXTAS, às 10h e 11h30

Percursos à escolha:

 

Paisagens imaginantes -  Como vemos e sentimos os lugares por onde passamos? A proposta da visita é fazer um percurso da paisagem que vemos na área externa do museu até as paisagens reais ou imaginadas, externas ou internas, presentes nas diversas exposições em cartaz.  

 

História do MAM - Ao longo de sua história, o MAM realizou inúmeras exposições que marcam até hoje expressões e linguagens das artes visuais, assim como tornou-se um polo para múltiplos eventos e movimentos artísticos na cidade desde sua inauguração. O percurso sugere uma imersão na história do MAM através de exposições, arquitetura, obras e jardins.

 

Arquitetura MAM - Um percurso através da arquitetura de Affonso Eduardo Reidy enquanto obra motriz. A visita propõe um olhar sobre o marco da arquitetura moderna para além de um recipiente de exposições ou vanguardas artísticas no Rio de Janeiro, mas como obra que instala-se no território da cidade.

 

VISITAS ACESSÍVEIS

Com tecnologias assistivas e recursos visuais como animações, destaques e contraste para melhor visualização, esses vídeos são acessíveis aos mais diversos públicos, mas priorizam a experiência das pessoas com deficiências.

 

A partir de QUA, 12 mai - YouTube e Vimeo

Estado bruto. As mãos do escultor projetam e moldam formas de maneira única. E nós, que relações podemos ter com as formas de uma escultura? Como o tato e a visão se relacionam no momento que observamos uma obra de arte? Vamos refletir sobre os sentidos e sua relação com o fazer artístico.

 

VISITAS MEDIADAS

AOS SÁBADOS, das 15h às 16h

Visitas às exposições, percorrendo obras e práticas artísticas, a partir das perspectivas de educadores, postas em diálogo com as do grupo. No mês de maio, as visitas serão em torno do tema cor, como elemento presente nas exposições em cartaz no MAM Rio. Vagas: 12. Faixa etária: livre. Distribuição de pulseira na bilheteria com 30 minutos de antecedência.

 

 

ACERVO EM FOCO

No último sábado do mês organizamos uma conversa dedicada a uma obra dos acervos do MAM, estudando junto com os públicos suas singularidades e sua história, e explorando diversos caminhos para entender sua possível relevância nos contextos da arte e da cultura.

SÁB 29 MAI às 14h

Opá Exin Ati Eye Meji, de Mestre Didi, com Gilson Plano e Noan Moreira

Diálogo sobre a escultura do artista Mestre Didi da década de 1990 que integra a exposição “Estado Bruto”, dedicada ao acervo do MAM. Vagas: 12. Faixa etária: livre. Distribuição de pulseira na bilheteria com 30 minutos de antecedência.

 

 

CICLO DE PALESTRAS Arte, Educação e Cultura Digital

O ciclo torna público os debates realizados no projeto Expresso Educação - residência Professor-pesquisador. Quatro palestras, com periodicidade mensal, voltadas para professores e educadores de diferentes disciplinas e contextos educacionais. A participação acontecerá mediante inscrições prévias.

 

TER, 11 MAI, das 10h às 12h
Educação e linguagens de mídias sociais, com Audino Vilão e Jonathan Caroba. Vagas: 50. Inscrições online. Debate sobre as mídias sociais como linguagem e como redes sociais podem se configurar como espaços de pesquisa e aprendizagem. Audino Vilão é o pseudônimo do estudante de história Marcelo Marques, que possui um canal no Youtube no qual apresenta, de maneira decodificada, conteúdos de filosofia. Ele nasceu em Paulínia (SP), é candomblecista e tem fé que um dia a educação chegue para todos em um linguajar acessível. Jonathan Carroba é comunicólogo pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e midia-educador no NAVE Rio - Colégio Estadual José Leite Lopes. É Google Innovator (2019), formado em roteiro para mídias digitais (NAVE Rio) e especializado em metodologias ativas (ESPM). Atua com formação em letramento digital para educadores e audiovisual para estudantes. Usa mídias sociais em sala de aula, introduzindo a linguagem midiática nos projetos pedagógicos contextualizados com o ensino remoto, ensino híbrido, aprendizagem baseada em projetos e cultura maker.

 

BLOCO ESCOLA

 

TER 11 - QUI 13 MAI, das 19 às 21h

Curso: MAM para educadores. 50 anos dos Domingos da Criação - museu e experimentação. Vagas: 95. Inscrições online.

 

Liberdade, poética e criatividade marcaram as edições dos Domingos da Criação, organizados por Frederico Morais em 1971 no MAM Rio, ocasião na qual o artista, crítico e curador era coordenador dos cursos do Bloco Escola. A experiência partiu da premissa de que qualquer material, incluindo sobras industriais, pode ser usados para a criação de trabalhos artísticos. Morais defendia ainda que todo ser humano é criador, independentemente de cultura ou formação artística. Os Domingos da Criação aconteceram em meio às mudanças radicais na arte e cultura brasileira nos anos 1960 e 1970, e ampliaram os sentidos de arte e educação, assim como o conceito e o papel do museu, que nesta experiência configurou-se como um lugar de criação.

 

O curso rende homenagem a Frederico Morais e à importância dos Domingos da Criação na história do MAM Rio. Além disso, debaterá sobre o que significa, atualmente, um museu se definir como experimental. Com Jessica Gogan (curadora, pesquisadora e educadora, diretora do Instituto MESA e editora geral da Revista MESA), Janaina Melo (diretora de desenvolvimento e articulação institucional da Secretaria Municipal de Belo Horizonte e mestranda em museologia e patrimônio - UNIRIO/MAST) e Bruno Brulon, professor da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO), doutor em antropologia e história pela Universidade Federal Fluminense (UFF), coordenador do Grupo de Pesquisa Museologia Experimental e Imagem e o Laboratório de Museologia Experimental e presidente do Comitê Internacional de Museologia e co-presidente do Comitê Permanente para a Definição de Museu do Conselho Internacional de Museus. Mediação: Gleyce Kelly Heitor e Leno Veras

 

SEG 17 - SÁB 22 MAI

19a. Semana Nacional de Museus. O futuro dos museus: recuperar e reimaginar

 

Organizada pelo Instituto Nacional de Museus (Ibram), a 19ª Semana Nacional de Museus propõe às instituições uma revisão crítica acerca de suas próprias missões, tendo em vista que tanto a salvaguarda do passado quanto a construção do futuro estão sendo gravemente tensionadas pelas experiências do presente, em que recuperar e reimaginar tornaram-se desafios ainda mais prementes.

 

O MAM Rio se propõe, frente à complexidade do debate, a fomentar discussões metodológicas que contribuam com a atualização de nossas práticas, a partir de problematizações cujos focos são métodos de trabalho que precisam não somente ser recuperados e reimaginados, mas, sobretudo, situados no contemporâneo.

 

Essas são premissas para a realização do conjunto de atividades, que foram pensadas para fomentar abordagens técnicas e eticamente fundamentadas. Neste sentido, vamos oferecer duas programações, públicas e gratuitas – o Curso Duas Perspetivas e uma prática, e o Encontro no MAM titulado ‘Reimaginar os museus como ética, técnica e poética’.  desenvolvidas junto a parceiros nacionais e internacionais, cujas práxis serão lidas como transformadoras, desde o âmbito da linguagem, por meio da busca por reparação e reinvenção de categorizações. Repensar o museu, por suas dimensões materiais e imateriais, demanda novos repertórios éticos, técnicos e poéticos.

 

TER 18 - QUI 20 MAI, das 19h às 21h

Curso: Duas perspectivas e uma prática. Semioses - metodologias para novas classificações no contemporâneo. Vagas: 50. Inscrições entre 11 e 15 de maio. As aulas serão realizadas pela plataforma Zoom

 

Gabriel Moore Bevilaqua e Maria Aparecida Moura, profissionais com abordagens complementares no campo das ciências da informação, apresentarão problematizações das práticas tradicionais de categorização de coleções e proposições críticas às nomenclaturas usadas nas organizações de acervos. Vocabulários podem revelar, e obliterar, a profundidade da estruturação colonialista das coleções, perpetuando léxicos que apresentaram-se, a um só tempo, enquanto problemas, e também como soluções. Face a esta urgência, buscamos instrumentalizar profissionais do campo da história, memória e patrimônio para uma reavaliação terminológica. O MAM Rio abre esse diálogo e reflexão no momento em que começa a redefinir suas políticas de colecionamento, de pesquisa e de documentação. Questões como inclusão, diversidade e reparação são aspectos metodológicos a serem considerados na formação e salvaguarda de coleções.

 

 

Gabriel Moore Bevilaqua é graduado em história, mestre em história social pela USP e especialista em organização e documentação de acervos pelo IEB-USP, Modern Archives Institute (NARA/Library of Congress) e pelo Documentation Training Program do ICOM-CIDOC/Museum of Texas Tech University. Foi analista e coordenador do Centro de Documentação e Memória da Pinacoteca de São Paulo e coordenador de sistemas de informação e gestor de acervos do Instituto Moreira Salles, tendo atuado como consultor em diversas instituições de memória brasileiras. Também atuou como professor de ciência da informação na UFF, do Programa de Treinamento em Documentação do ICOM-CIDOC no Brasil e do ICOM International Training Centre for Museum Studies. Atualmente, trabalha como consultor independente e voluntário em projetos e programas envolvendo gestão, informatização e preservação do patrimônio cultural no Brasil e no Canadá. Maria Aparecida Moura é professora do departamento de Organização e Tratamento da Informação da Escola de Ciência da Informação da Universidade Federal de Minas Gerais. Mediação: Gleyce Kelly Heitor e Leno Veras.

 

 

ENCONTROS NO MAM

Conversas sobre artes, com pessoas convidadas, que a cada mês compartilham processos de trabalho, criação e pesquisa a partir de dinâmicas variadas.

 

SÁB 15 MAI, às 16h

Fala pública - Residências MAM. Vagas: 50. Inscrições online: entre 10 e 14 de maio. Encontro pela plataforma Zoom. Este mês, a convidada é a ativista anticolonial Geni Núñez. Ela pertence ao povo Guarani, é graduada em psicologia, mestre em psicologia social e doutoranda em ciências humanas (UFSC). Autora do livro infantil Jaxy Jatere: um saci guarani e co-organizadora da coletânea Não monogamia LGBT+.

 

SÁB 22 MAI, das 15h às 17h

Reimaginar os museus como ética, técnica e poética. Vagas: 50. Inscrições online: entre 11 e 15 de maio. Encontro pela plataforma Zoom. Com Marília Bonas (diretora do Conselho Internacional de Museus no Brasil e do Museu da Língua Portuguesa) e Elvira Dyangani Ose (diretora de The Showroom, Londres). Mediação de Keyna Eleison, diretora artística do MAM Rio.

 

Em ocasião da 19º Semana Nacional de Museus, convidamos duas profissionais que estão à frente da gestão de instituições artísticas com tipologias e desafios distintos, para que compartilhem o desafio de pensar que os processos de conceber e imaginar futuros para os museus, passa pela assunção de pressupostos éticos, de revisões técnicas e de adesão a um projeto poético. Nos interessa o exercício de gestar coletivamente - e a partir dos museus - um projeto mais inclusivo de sociedade.

 

 

 

CICLO DE LEITURAS CINEMATOGRÁFICAS

 

SÁB 29 MAI, das 15h às 17h

A cor no cinema: incursões e relações. Redefinições cromáticas em Madame Satã. Análise do filme Madame Satã (2002), de Karim Ainouz, marco de uma redefinição cromática do cinema brasileiro, seja pelo uso do bleach bypass, da textura superoitista e da paleta dominante monocromática. Nos 20 anos de sua realização, o filme será discutido pelo crítico Ruy Gardnier, pela cineasta Milena Manfredini e pela artista visual Rafael BQueer.