Artistas

Ricardo Siri

Nasceu em 1974, no Rio de Janeiro (RJ). Vive e trabalha no Rio de Janeiro (RJ). Percussionista por formação, começou sua carreira como músico profissional em 1996 tocando com grandes nomes da música brasileira como Sivuca, Hermeto Pascoal, Bossa Cuca Nova e Roberto Menescal entre outros. Em 1999/2000, graduou-se como baterista pela Los Angeles Music Academy, nos Estados Unidos, e aprofundou seus estudos de percussão indiana e africana na Sangeet World Music School (Pasadena/CA). Em 2011, é convidado pelo Comitê Olímpico de Londres para residir e produzir trabalhos durante um mês no projeto Olímpico - Rio London Ocupation no Battersea Art Center, em Londres. Em 2013, foi convidado para a residência artística na Cité International des Arts, em Paris (França). Realizou as solos “Interfaces” (Galeria Portas Vilaseca, Rj 2019, “Habitáveis” no Centro Municipal Helio Oiticica, RJ 2017, “Escalas Variáveis”, Galeria Mezanino, 2016, “Oroboro” no Espaço Movimento Contemporâneo Brasileiro, RJ e Galeria Mezanino SP, 201 e “Distorções”, Galeria Amarelo Negro, 2010 e coletivas “Canção Enigmática” MAM_Rj,2019, “Monument in miniatura”, ABC no Rio, New York,2018 ,“Das Virgens em Cardumes e da Cor das Auras” (2016) no Museu Bispo do Rosário (RJ); “Je Ma pele Siri” (2014) na Casa França Brasil (RJ); “Paisagem Sonora” (2014) na Casa Daros (RJ); “Liana Ampliathum” (2014) no Parque Lage (RJ); “Blank Page” Victoria and Albert Museum e “Old London Swing”, V22 ambas em 2012, Londres; “Abre Alas” (2011) na Gentil Carioca (RJ); “Fronteiriços” (2011) na Galeria Emma Thomas (SP); “No Tranco” (2011) no Brazil Tudo é… em Florença (Itália); “Distorções” (2011) na Casa França Brasil (RJ); “Boate” (2010) na Arthur Fidalgo Galeria (RJ) e “Obra Prima” (2001) na VERBO – Galeria Vermelho (SP). Em carreira solo desde 2004, lançou 5 CDs autorais e ganhou o Prêmio da Música Brasileira, em 2010. A partir de 2007, adentrou no universo das artes plásticas sem abandonar elementos constitutivos de sua experiência musical. Participou da XX Bienal de Cerveira, Portugal e 2º Trio Bienal no RJ em 2018. Foi selecionado para o 44º Salão de Arte Contemporânea Luiz Sacilotto (2016, em Santo André/SP), os projetos Rumos Itaú Cultural 2005/2006 e Programa Petrobrás Cultural 2007/2008. Participou do Festival Internacional de Linguagem Eletrônica – FILE (São Paulo, SP/2007), XVII Bienal de Música Contemporânea (RJ). Apresentou seu trabalho na UNESCO “Nuit de la Philosophie”, 2018 na Portikus (Frankfurt, em 2013), NBK-Gallery (Berlim, em 2013) e Museu Marino Marini, Florença, Itália, 2013) entre outros.

Obras do artista