Artistas

Letícia Lopes

Campo Bom/RS, 1988. Vive e trabalha em Porto Alegre/RS

Letícia Lopes nasceu em Campo Bom, RS, 1988. É bacharel em Artes Visuais pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS, 2015). Participou de várias exposições coletivas, como: Faturas (Memorial do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2016), Exigências do Desenho (Acervo Independente, Porto Alegre, RS, 2015), Arte.RS (Memorial do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, RS, 2014), Polarizações – Região Sul (Atelier Subterrânea, Porto Alegre, RS, 2014), 1ª Exposição Coletiva (Acervo Independente, Porto Alegre, RS, 2014), 20º Salão de Artes Plásticas de Praia Grande (Palácio das Artes, Praia Grande, SP, 2013). Foi selecionada pelo Programa RS Contemporâneo (2016), por meio do qual expôs individualmente Presença Sinistra, com curadoria de Marcelo Campos (UFRJ), no Santander Cultural. No ano anterior, foi contemplada com o Edital para Artes Visuais – Edição 2015 da Fundação Galeria Ecarta (Porto Alegre, RS) com a individual Ode a Phobos – Ou como É Bom Não Ter Memória. No mesmo ano, realizou a individual Exagerar Já É um Começo de Invenção, na Casa Paralela (Pelotas, RS) e, em 2014, participou do Concurso 3º Prêmio IEAVI com Em Minha Fome Mando Eu, na Fotogaleria Virgílio Calegari (Casa de Cultura Mário Quintana), exposição que lhe rendeu o Prêmio de Melhor Exposição (por salas). Pinturas delinquentes: revelações noturnas à margem da tolerância estética ocidental (e suas infiltrações bem-sucedidas)", publicado pela Cactus Edições ano passado foi selecionado pelo Festival de Fotolivros da Revista Zum, e agora faz parte do acervo da biblioteca do Instituto Moreira Salles de São Paulo.

"A gaúcha Letícia Lopes tem seu pictórico amparado no fragmento, no ver em cacos. No entanto, a atmosfera de mistério e, de modo ambivalente e deliberado, do cotidiano termina por construir uma obra altamente inventiva. Tal como explicitado no título de sua mais importante individual, Presença Sinistra (Santander Cultural, Porto Alegre, 2016), a tessitura de suas imagens também recolhidas em veículos diversos gera, vista em conjunto, uma sensação de desassossego no espectador, que se assemelha a um ator involuntário participando de uma narrativa sempre bifurcada e longe de um fim. Dioramas, o mundo pré-histórico, as páginas em desmanche de enciclopédias empilhadas em sebos, fotografias com contornos tíbios e os 'assuntos', materiais, texturas e procedimentos típicos da pintura, juntos, alimentam uma obra visual das mais inquietas." (Mario Gioia, 2017)

 

https://youtu.be/WPdiD_plAM8 

Obras do artista