Artistas

Ridyas

"Dizem que morremos duas vezes, a primeira é a morte física, a segunda é a que se produz no exato instante em que nosso nome é pronunciado pela última vez. A história de José Ricardo Dias, Ridyas é a de uma morte prematura, justamente quando ele tinha 30 anos, com uma carreira como designer, arquiteto e artista plástico, que se consolidou quando se apresentou em São Paulo na XIV Bienal Internacional (1977) e na I Bienal Latino-Americana (1978). Sua morte física foi esquecida durante quase 40 anos, marcada por uma publicação obituaria no 2º número do Ponto de Apoio, Jornal dos Alunos da Contemporânea Escola de Artes. Embora que a segunda morte, a que recorre à lembrança, não se reproduziu no plano familiar, o rastro do Ridyas artista perde-se logo a última nota de falecimento." Ángel Calvo Ulloa

Entre as exposições individuais estão: totem total, Central Galeria (São Paulo, SP, 2019) curadoria de Ángel Calvo Ulloa- remontagem do projeto para 1ª Bienal Latino-Americana de São Paulo; e a saudade que ficou, Ateliê 397 (São Paulo, SP, 2017), curadoria de Ángel Calvo Ulloa.

Entre as exposições coletivas estão: novas aquisições, museu de arte moderna (MAM-SP), (São Paulo, Sp, 2019), curadoria de felipe chaimovich; saudosa maloca, (São Paulo, SP, 2018), curadoria de alice ricci, ángel calvo ulloa e carolina cordeiro; 1a bienal latina americano de são paulo, Bienal de São Paulo, (São Paulo, SP, 1977); XIV Bienal Internacional de São Paulo, Bienal de São Paulo, (São Paulo, SP, 1978); semana de arte, (São Bernardo do Campo, SP, 1976) e expoesia 1, (São Paulo, SP, 1973).

Faz parte do acervo do Museu de Arte Moderna (MAM-SP).

Obras do artista