Exposição "Largar os ossos", de Mayana Redin e João Loureiro
Exposição

Exposição "Largar os ossos", de Mayana Redin e João Loureiro

Exposição

  • Nome: Exposição "Largar os ossos", de Mayana Redin e João Loureiro
  • Abertura: 23 de maio 2026
  • Visitação: até 18 de julho 2026

Local

  • Local: Marli Matsumoto Arte Contemporânea
  • Evento Online: Não
  • Endereço: Rua João Alberto Moreira, 128, Vila Madalena — São Paulo, SP

Mayana Redin e João Loureiro inauguram Largar os ossos na Marli Matsumoto Arte Contemporânea


Duo show propõe diálogo com obras que investigam processos térmicos, materialidades cotidianas e a ideia de morte como mudança de estado



Com trajetórias consolidadas em instituições e exposições no Brasil e no exterior, os artistas Mayana Redin e João Loureiro apresentam juntos a exposição Largar os ossos, com abertura em 23 de maio, na Marli Matsumoto Arte Contemporânea. Com texto crítico de Érica Burini, a mostra reúne trabalhos que dialogam em termos de imagem, materialidade e transformação, propondo uma investigação sobre processos térmicos, estados físicos e a vitalidade dos objetos.


As obras reunidas na exposição partem de materiais cotidianos e aparentemente mundanos para produzir imagens e situações que oscilam entre representação e sistema. Frio, calor, fumaça, vapor, combustão e derretimento aparecem como índices de uma vida interior das coisas. Em vez de objetos estáticos, os trabalhos parecem emanar presença, como corpos animados por uma força vital invisível. A exposição organiza uma gramática da temperatura e do ambiente que investiga a morte como mudança de estado.


A prática de Mayana Redin se desenvolve no campo da escultura, instalação, vídeo e objetos, articulando imaginários cosmotécnicos, industriais e catastróficos. Sua pesquisa investiga a relação entre humanidade, técnica e imaginação espacial, abordando temas como corpo, cosmos e especulação política contemporânea. A artista participou de mostras como a 8ª Bienal do Mercosul, Imagine Brazil, no Instituto Tomie Ohtake, e a coletiva Era uma vez: visões do céu e da terra, na Pina Contemporânea. Recentemente, foi selecionada para a residência artística da Pro Helvetia, na Suíça, em 2026.


Já João Loureiro desenvolve uma produção marcada por deslocamentos sutis de função e percepção dos objetos cotidianos. Mestre em Poéticas Visuais pela ECA-USP, o artista realizou individuais em instituições como a Pinacoteca do Estado de São Paulo, Paço Imperial e Galeria Vermelho, além de participar de exposições coletivas no Brasil e no exterior, incluindo a Vancouver Biennale e o Videobrasil.


Ao aproximar as pesquisas dos dois artistas, Largar os ossos propõe um ambiente em constante transformação, em que condensação, resfriamento, combustão e reaparição funcionam como manifestações materiais de algo invisível — uma espécie de animação latente das coisas. Entre concretos celulares, superfícies úmidas e objetos alterados, a exposição cria uma atmosfera em que vida e morte deixam de operar como opostos fixos para se tornarem diferentes estados da matéria.


SOBRE MARLI MATSUMOTO ARTE CONTEMPORÂNEA

Inaugurada em agosto de 2021, a galeria Marli Matsumoto Arte Contemporânea está instalada na Vila Madalena, em uma casa estilo modernista do final dos anos 50.


Representa os artistas Elvis Almeida, Francesco João, Juan Casemiro, Leka Mendes, Mayana Redin, Natalie Braido, Ricardo Basbaum, Rosario López e Rubiane Maia. Atua pontualmente no mercado secundário com obras dos anos 60 em diante, de artistas renomados, com os quais a diretora trabalhou ao longo de sua trajetória, como Anna Maria Maiolino, Antonio Manuel, Cildo Meireles, dentre outros.


Mantém um programa consistente de exposições individuais e coletivas que contam com textos de autores relevantes na crítica contemporânea, tais como Ana Roman, Niccolò Gravina, Oliver Basciano, Jacopo Crivelli Visconti, José Augusto Ribeiro, dentre outros. Um diferencial são os projetos colaborativos com outras galerias e espaços culturais independentes, tais como Sardenberg (antiga Projeto Vênus), Capacete e Desapê, para viabilizar projetos específicos —como a instalação Urania (uma novela, um entretenimento, um meme, uma ficção) de Renata Lucas, realizada em agosto de 2025, em colaboração com a galeria Luisa Strina.


Em dezembro de 2025, a galeria ganha um espaço permanente na Travessa Dona Paula, no centro de São Paulo, o Marli Matsumoto Arte Contemporânea Anexo.


SERVIÇO

Mayana Redin e João Loureiro: Largar os ossos

com texto crítico de Érica Burini


Abertura: sábado, 23 de maio, das 14h às 19h

até 18 de jul. de 2026


Ter. a sex., das 11h às 19h. Sáb., das 12h às 17h


Marli Matsumoto Arte Contemporânea

Rua João Alberto Moreira, 128, Vila Madalena — São Paulo/SP


@marlimatsumoto_ / marlimatsumoto.com.br 

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