Exposição individual "Rupes", de Lívia Fontana
Exposição

Exposição individual "Rupes", de Lívia Fontana

Exposição

  • Nome: Exposição individual "Rupes", de Lívia Fontana
  • Abertura: 01 de agosto 2026
  • Visitação: até 19 de setembro 2026
  • Galeria: Galeria De Arte Mamute

Local

  • Local: Galeria Mamute
  • Evento Online: Não
  • Endereço: Rua Brigadeiro Galvão, 990, Barra Funda – São Paulo, SP

EXPOSIÇÃO RUPES 

  

A Galeria Mamute apresenta ao público paulistano, “Rupes”, exposição inédita da artista Curitibana Livia Fontana. A mostra marca a representação da artista exibindo pinturas inéditas (2026), em grande formato, nas quais Lívia revisita a poética e os gestos da arte rupestre. 

   

 

A Galeria Mamute tem o prazer de anunciar a abertura da exposição "Rupes", que apresenta a produção inédita da artista curitibana Lívia Fontana. A mostra, com a curadoria de Mário Gioia, na sede da galeria em São Paulo, traz uma série de pinturas inéditas de 2026, em grande formato, nas quais a artista revisita a poética e os gestos da arte rupestre, explorando os temas de registro, marcação e inscrição sobre o tempo.  

 

Com uma abordagem inovadora, Lívia Fontana convida o público a refletir sobre a materialidade da obra e a relação entre passado e presente. Utilizando camadas de pigmentos, raspagens e veladuras, a artista cria uma narrativa visual que evoca a ancestralidade e a conexão com as expressões artísticas primitivas. 

 

SOBRE LÍVIA FONTANA  

Lívia Fontana (1979). Lívia vive e mantém atelier em Curitiba. Em sua obra a artista mescla elementos da natureza com referências ancestrais. Começou sua trajetória artística aos 20 anos, quando passou a explorar a pintura enquanto atuava como diretora de arte no cinema e na fotografia, criando uma interseção rica entre diferentes formas de expressão visual. 

 

Estudou Artes na Central Saint Martins, em Londres — marco em sua formação que lhe conferiu rigor técnico e uma linguagem visual sofisticada — além de ter formação em Publicidade e Propaganda, em Curitiba. A influência de seu pai, colecionador de arte, foi determinante em sua formação, proporcionando contato precoce com obras de mestres como Alberto da Veiga Guignard. A estética de Guignard — em particular as paisagens festivas — ajudou a moldar sua sensibilidade; Lívia reinterpreta esses motivos substituindo igrejas por cachoeiras, revelando sua profunda conexão e obsessão pela água e pela natureza, temas centrais de suas composições. Recentemente, a artista tem incorporado em sua obra elementos das pinturas ancestrais, estabelecendo um diálogo entre passado e presente. Seus estudos sobre sítios arqueológicos aprofundaram a compreensão das expressões artísticas de povos ancestrais.  

 

Neste ano de 2026, Livia realiza residência artística na Serra da Capivara: “voltar ao passado para compreender a pintura” reflete a artista. As obras de Lívia Fontana integram importantes coleções, como o Museu Oscar Niemeyer e a Coleção Hamilton Moreira. Sua trajetória inclui exposições individuais e coletivas de destaque, entre elas "Mãe Mar", na Torre BRDE, "Ninhos" no Museu Alfredo Andersen e a coletiva "S/Título", com curadoria de Agnaldo Farias, no Museu Oscar Niemeyer. 


SOBRE O CURADOR MÁRIO GIOIA  

Curador independente e crítico de arte, é graduado pela ECA-USP (Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo). Foi crítico convidado de 2013 a 2015 do Programa de Exposições do CCSP (Centro Cultural São Paulo) e fez, na mesma instituição, parte do grupo de críticos do Programa de Fotografia 2012. Em 2015, no CCSP, fez a curadoria de Ter Lugar para Ser, coletiva com 12 artistas sobre as relações entre arquitetura e artes visuais. Integrou o grupo de críticos do Paço das Artes desde 2011, instituição na qual fez o acompanhamento crítico de Luz Vermelha (2015), de Fabio Flaks, Black Market (2012), de Paulo Almeida, e A Riscar (2011), de Daniela Seixas.  

 

Em 2019, iniciou o projeto Perímetros no Adelina Instituto, em SP, dedicado a artistas ainda sem mostras individuais na cidade, que contou com exposições de João Trevisan (DF), Lara Viana (BA), Claudia Hamerski (RS), Dirnei Prates (RS) e Larissa Camnev (Campinas, SP). Na feira ArtLima 2017 (Peru), assinou a curadoria da seção especial CAP Brasil, intitulada Sul-Sur, e fez o texto crítico de Territórios forjados (Sketch Galería, 2016), em Bogotá (Colômbia). 

 

Em 2018, assinou a seção curatorial dedicada ao Brasil na feira Pinta (Miami, EUA). É colaborador de periódicos de artes como Arte al Día. Na Galeria de Arte André, fez as curadorias de Abstração em Fricção (2022), Armando Sendin - Monográficas 4 (2022), Despojos - Valdo Kerpen (2021), Carlos Scliar – Monográficas 1 (2020), André, 60 – Da Academia ao virtual (2019), Entre Artes e Ofícios, Centros e Arrabaldes (2019), e Cotidiano (2012). 

 

SOBRE A GALERIA MAMUTE 

Fundada em 2012 por Niura Borges em Porto Alegre, a Galeria de Arte Mamute consolidou-se como um espaço de produção, circulação e reflexão sobre a arte contemporânea brasileira, expandindo posteriormente suas atividades para Florianópolis e São Paulo. 

 

Ao longo de sua trajetória, a instituição organizou mais de 80 exposições individuais e coletivas, muitas das quais contaram com curadorias assinadas por especialistas reconhecidos na área, tais como Agnaldo Farias, Angélica de Moraes, Bernardo de Souza, Bruna Fetter, Daniela Labra, Francisco Dalcol e Gabriela Motta, entre outros 

 

A galeria atua de forma integrada na comercialização de obras e na gestão de carreira de seus artistas representados, promovendo a inscrição de suas práticas em coleções institucionais e privadas de relevância nacional e internacional.  Entre as instituições que acolhem obras de seu acervo destacam-se:  MAC/USP, a Pinacoteca/SP,  MAC/RS, o MARGS, a Fundação Vera Chaves Barcellos (Porto Alegre), bem como coleções privadas:  Grupo Zaffari, Banrisul (Porto Alegre), Coleção Collaço Paulo, Ylmar Correa e Coleção Myriam Gomes (Florianópolis); Coleção Lucila Diniz e Christina Bicalho (São Paulo). 

 

Artistas representados pela galeria participam de eventos de grande visibilidade, incluindo as Bienais de Veneza, Bienal de São Paulo e Bienal do Mercosul.  

 

O acervo da Mamute abrange múltiplas técnicas artísticas — pintura, desenho, gravura, escultura, fotografia, instalação e vídeo — evidenciando um compromisso com a diversidade formal e discursiva das práticas contemporâneas.   

 

Paralelamente à programação expositiva, a galeria desenvolve ações de formação e interlocução teórico-prática, tais como palestras, cursos, residências artísticas e debates que articulam artistas, pesquisa-dores, curadores, colecionadores e demais agentes do campo das artes visuais. 

 

A atuação institucional da Mamute recebeu reconhecimento por meio de premiações regionais e nacionais, entre as quais premiações no Prêmio Açorianos e editais da Funarte de Artes Visuais. No plano associativo e de internacionalização, a galeria integrou por dez anos a ABACT — Associação Brasileira de Arte Contemporânea — e participou de programas como o LATITUDE — Platform for Brazilian Art Galleries Abroad. 

 

Sua presença em feiras nacionais e internacionais, tais como SP-Arte, ArtRio, SP-Arte Foto, Feira Parte (São Paulo), Pinta Miami, BAPhoto (Buenos Aires), Latitude Art Fair (Nova York) e Not Cancelled (Viena), reforça sua interlocução com redes profissionais e circuitos expositivos transnacionais. 

 

Serviço

Exposição: Rupes 

Artista: Lívia Fontana 

Curadoria de Mário Gioia 


Abertura no dia 1 de agosto de 2026, sábado, das 14h às 18h.  

Visitação: Até 19 de setembro de 2026, de terça a sábado, das 11h às 17h. 


Local: Galeria Mamute. Brigadeiro Galvão, 990. Barra Funda. São Paulo/SP 


Quanto: Entrada gratuita 


Recomendação etária: Livre 

  

https://www.galeriamamute.com.br 

contato@galeriamamute.com.br  

mamutegaleria@gmail.com  

 

Para contatos e consultas, a galeria mantém canais institucionais e endereço eletrônico.  

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