Exposição individual "Cavalo Pálido e os Sanguís-fé", de Igor Vidor
Exposição
- Nome: Exposição individual "Cavalo Pálido e os Sanguís-fé", de Igor Vidor
- Abertura: 20 de junho 2026
- Visitação: até 15 de agosto 2026
Local
- Local: Verve Galeria
- Evento Online: Não
- Endereço: Av. São Luis 192, Ed. Louvre SL26+27 – São Paulo, SP
Cavalo Pálido e os Sanguis-fé
Igor Vidor
A Verve apresenta, a partir de 20 de junho de 2026, "Cavalo Pálido e os Sanguís-fé", segunda exposição individual de Igor Vidor na galeria, acompanhada de texto curatorial de Marina Schiesari. Dando continuidade à pesquisa iniciada em sua primeira mostra na Verve, o artista volta seu olhar para a Guerra de Canudos e para os cenários marcados por disputas regionais, ideológicas e territoriais que permanecem reverberando na história brasileira.
Igor Vidor explora mecanismos de poder e opressão através de suas esculturas, performances e vídeos. Seus trabalhos apresentam sinais de violência e injustiça social profundamente enraizadas no cotidiano. O artista reflete como estas condições se repetem, perpetuando símbolos de violência que acabam ganhando novos significados. Permite-nos refletir sobre como este atrito contribui para um cenário de intermitente e aparentemente insolúvel violência que encontra ecos e recorrência na história do Brasil. Em 2016, ele foi o primeiro brasileiro convidado a participar do Programa de Intercâmbio Internacional pelo Museu Nacional de Arte Moderna e Contemporânea de Seul – MMCA. Vidor desenvolveu residências artísticas no Brasil, na Coréia do Sul e na Alemanha, participando atualmente da Pro Helvetia em Zurique, na Suíça. Seu trabalho tem sido apresentado em inúmeras exposições individuais e coletivas no Brasil e no exterior, além de integrar as coleções permanentes do Perez Art Museum (Miami, EUA), do Museu de Arte do Rio (MAR) e do Itaú Cultural.
Serviço
IGOR VIDOR: CAVALO PÁLIDO E OS SANGUÍS-FÉ
ABERTURAS 20.06.2026
20.06 - 15.08.2026
Av. São Luis 192 - Ed. Louvre SL26+27
São Paulo, SP;
Igor Vidor
As obras apresentadas na exposição são produzidas por meio de impressões realizadas com pólvora e terra, materiais que evocam diretamente os embates que marcaram a Guerra de Canudos. Emolduradas em cedro, madeira associada ao estopim dos confrontos entre as forças republicanas e os sertanejos liderados por Antônio Conselheiro, as peças reforçam a dimensão simbólica da matéria como portadora de história e memória.