Exposição individual “Catados”, de Carlos Monaretta
Exposição

Exposição individual “Catados”, de Carlos Monaretta

Exposição

  • Nome: Exposição individual “Catados”, de Carlos Monaretta
  • Abertura: 07 de março 2026
  • Visitação: até 28 de março 2026

Local

  • Local: Galeria Objeto Particular
  • Evento Online: Não
  • Endereço: Rua Gustavo Teixeira, 362, Pacaembu – São Paulo, SP

Galeria Objeto Particular abre exposição “Catados”, do artista Carlos Monaretta


Com curadoria de Ana Avelar, exposição reúne 30 obras inéditas, entre esculturas, fotografias e objetos



No dia 07 de março, sábado, a galeria Objeto Particular inaugura a exposição “Catados”, do artista Carlos Monaretta, com curadoria de Ana Avelar. A mostra reúne cerca de 30 obras inéditas, entre esculturas, fotografias e objetos, nas quais o artista utiliza a gambiarra como eixo central para investigar o improviso urbano sob perspectivas estéticas, políticas e sociais.


Construídos a partir de materiais de reúso recolhidos em diferentes pontos da cidade de São Paulo, os trabalhos operam como uma espécie de “pesca” urbana, em que fragmentos descartados são reconfigurados em novas composições. Ao reunir esses vestígios, Monaretta propõe reflexões sobre o tecido social contemporâneo, revelando hábitos, soluções e formas de inventividade que emergem do cotidiano da metrópole. Entre esculturas e registros fotográficos, o artista evidencia a dimensão simbólica do improviso como prática incorporada à paisagem urbana.


A exposição articula objetos e imagens que tensionam as relações entre funcionalidade e poética, descarte e permanência, precariedade e invenção. Ao deslocar materiais de seu contexto original, o artista transforma soluções informais em estruturas que evocam tanto a sobrevivência quanto a criatividade coletiva presente nas cidades brasileiras.


“O que proponho é elevar a estética da gambiarra e o improviso à categoria de tecnologia crítica. Ao subverter o descarte urbano, opero uma decolonialidade do olhar, reconhecendo o saber das periferias como potência artística e política. Essa ‘pesca’ de vestígios não apenas reconstrói objetos, mas costura novas narrativas sobre a resistência e a inventividade do tecido social brasileiro”, afirma o artista.


Por meio de esculturas, fotografias e objetos, Monaretta desenvolve uma investigação que explora as relações entre o sujeito e o espaço urbano, interessando-se especialmente por paisagens efêmeras formadas pelo consumo e descarte. Ao desconstruir a funcionalidade de objetos cotidianos, sua produção evidencia as camadas invisíveis que estruturam a vida nas cidades e propõe novas formas de percepção sobre o ambiente urbano.


Dentre as obras, estão algumas séries de fotografias como “Brilho periférico”, de 2025; “Carne e pedra”, de 2024; “Estudos sobre vestígios escultóricos”, de 2018 e “Arqueologia do presente, passado e futuro”, de 2024.


Sobre Carlos Monaretta

Carlos Monaretta (1995, Guarulhos, SP) vive e trabalha entre Goiânia e São Paulo. É graduado em Licenciatura em Artes Visuais pela Universidade Federal de Goiás (2019). Sua pesquisa investiga as relações entre o sujeito e o espaço urbano, com interesse nas paisagens e instalações efêmeras geradas pelo consumo, descarte e improviso nas cidades.


Entre as exposições das quais participou, destacam-se Panorama da Arte Contemporânea de Goiás, na Galeria Antônio Sibasolly, Anápolis (2024); Aglomerado, no espaço GDA, São Paulo (2024); e Abre Alas, na galeria A Gentil Carioca, Rio de Janeiro (2022), além da mostra Horizontes de Colores, na Galeria Mariano Rodríguez, em Havana, Cuba.


Participou das residências artísticas FAAP (2025), Fonte Artes Visuais (2024) e Kaaysá Art Residency (2023), em São Paulo. Em 2018, integrou o projeto Trampolim, no Museu de Arte Contemporânea de Goiás, e recebeu o prêmio de fotografia no Prêmio SESI Arte e Criatividade, em Goiânia. Suas obras integram acervos de instituições como o Museu Nacional da República, em Brasília, a Secretaria de Estado da Cultura de Goiás e a Associação Amigos do MAPA, em Anápolis.


Sobre a Galeria Objeto Particular

A Galeria Objeto Particular foi criada em 2024 pelo publicitário e o colecionador de arte Sérgio Godoy para ser um espaço múltiplo e aberto a diversos tipos de artistas contemporâneos brasileiros. O acervo reunido por Godoy reúne objetos variados, entre obras de arte, itens de mobiliário, decoração, impressos, colecionáveis e outros objetos, com foco na arte popular brasileira. A primeira exposição da Objeto Particular foi “Fauna na Arte Popular”, com 135 esculturas de madeira representando bichos, de diversos artistas de várias regiões do Brasil. No final de 2024 entrou em cartaz a primeira exposição individual da galeria, “Uma Estranha Realidade”, com 40 obras inéditas entre pinturas, gravuras e objetos do artista visual e grafiteiro Alex Kaleb. Em 2025, apresentou as exposições “Vestígios”, de Viviane Rosa; Cartografias do Invisível”, “Cartografias do invisível”, com obras de Andre Filúr, Elton Hipólito, Luiz 83 e Michel Onguer.


Serviço

Exposição “Catados” de Carlos Monaretta

Abertura: 07 de março, sábado, das 15h às 21h

Horário de funcionamento da galeria: Segunda a sábado, das 10h às 18h

Em cartaz até 28 de março 


Galeria Objeto Particular 

Rua Gustavo Teixeira, 362

Pacaembu

São Paulo – SP

https://www.instagram.com/objetoparticular/

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