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Exposição “Cuir Sou, notas sobre afetividade”
Exposição

Exposição “Cuir Sou, notas sobre afetividade”

Exposição

  • Nome: Exposição “Cuir Sou, notas sobre afetividade”
  • Abertura: 22 de junho 2024
  • Visitação: até 03 de agosto 2024

Local

  • Local: Galeria VERVE
  • Evento Online: Não
  • Endereço: Avenida São Luis, 192 Sobreloja 06 [Edifício Louvre] Centro

GALERIA VERVE INAUGURA SEU TERCEIRO ESPAÇO EXPOSITIVO NO EDIFÍCIO LOUVRE COM

A EXPOSIÇÃO COLETIVA “CUIR SOU, NOTAS SOBRE AFETIVIDADE”

A mostra, que ocupará os três espaços expositivos da galeria, apresenta o trabalho de 33 artistas e versa sobre as afetividades das pessoas queer. 


Para celebrar a inauguração de seu novo espaço expositivo no Edifício Louvre, a galeria Verve inaugura, no sábado dia 22 de junho, a coletiva “CUIR SOU, notas sobre afetividade”, comentada por Hilda de Paulo e Tiago Sant’Ana em ensaios críticos escritos especialmente para a exposição. A mostra reúne trabalhos de Adriel Visoto, Aretha Sadick, AVAF, Caroline Ricca Lee, Carlos Motta, Cassils, Fefa Lins, Felippe Moraes + Márcia Pantera, Francisco Hurtz, Gabriella Marinho, Gabz 404, Hilda de Paulo, iah bahia, Isabelle Passos, João GG, Karola Braga, Lady Letal, Lia D Castro, Madalena Schwartz, Manauara Clandestina, Mariela Scafati, Mayara Ferrão, Nathan Braga, Nino Pereira, Pat Baik, Piti Tomé, Rafa BQueer, Randolpho Lamonier, Renan Soares, Tales Frey, Victor Fidelis e Yeguas del Apocalipsis.

Nos textos críticos, percebem-se as múltiplas facetas de se relacionar afetivamente enquanto pessoa queer: seja na intimidade, no ambiente familiar, nas interações (redes) sociais ou se reconhecendo em objetos e distintas personalidades. Fica explícito que esta afetividade é também uma forma política de habitar o mundo, conforme comenta Tiago Sant’Ana: “O que a política queer traz (...) é compreender, nomear as normas, mas também debochar de sua configuração. Assim, queer tem mais relação com uma rebeldia do que com um desejo de integração a todo custo. É uma vontade de ressaltar a estranheza, gozar da margem em vez de lutar por uma anulação e higienização das subjetividades em troca de uma aceitação dentro de uma configuração enfadonha de vida.”

De distintas gerações, o conjunto de artistas apresenta ainda uma coleção de sensibilidades singulares a partir de “um conjunto de trabalhos em que as questões de gênero e sexualidade podem até não aparecer de modo explícito, contudo, estão unidas, também, por um desejo de estranhar as visualidades estabelecidas, trazendo algo de excêntrico – aqui compreendido como não ser capturado ou desviar-se do centro – para o fazer artístico.” conclui Sant’Ana.

Serviço: - Exposição: “Cuir Sou, notas sobre afetividade”

- Artistas: Adriel Visoto, Aretha Sadick, AVAF, Caroline Ricca Lee, Carlos Motta, Cassils, Fefa Lins, Felippe Moraes + Márcia Pantera, Francisco Hurtz, Gabriella Marinho, Gabz 404, Hilda de Paulo, iah bahia, Isabelle Passos, João GG, Karola Braga, Lady Letal, Lia D Castro, Madalena Schwartz, Manauara Clandestina, Mariela Scafati, Mayara Ferrão, Nathan Braga, Nino Pereira, Pat Baik, Piti Tomé, Rafa BQueer, Randolpho Lamonier, Renan Soares, Tales Frey, Victor Fidelis e Yeguas del Apocalipsis.

- Coordenação: Allann Seabra e Ian Duarte

- Textos Críticos: Hilda de Paulo e Tiago Sant‘Ana

- Pesquisa Curatorial: Ian Duarte, Mariana Muraoka e Marina Schiesari.

- Abertura: 22 de Junho de 2024 [Sábado], das 12:00 às 18:00.

- Período: 22 de Junho de 2024 [Abertura ao Público] a 03 de Agosto de 2024.

- Local: Galeria Verve – www.vervegaleria.com

- Endereço: Avenida São Luis, 192 Sobreloja 06 [Edifício Louvre] Centro, São Paulo – SP.

- Telefone: (11) 3237-3247

- Horários: Terça a sexta-feira, das 11:00 às 18:00h / Sábado, das 12:00 às 17:00h.

- Número de obras: 42.

- Técnica: Vídeo-performance, pintura, fotografia, desenho, escultura e instalação.

- E-mail p/ Contato: contato@vervegaleria.com 

Hilda de Paulo

Hilda de Paulo é artista, pesquisadora, escritora e curadora independente, travesti terceiro-mundista defensora do transfeminismo como metodologicamente decolonial e autora do projeto Arquivo Gis, programadora do Queer Lisboa e Queer Porto, membra fundadora da Cia. Excessos e da eRevista Performatus. Atualmente, é doutoranda em Estudos Literários, Culturais e Interartísticos pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto em Portugal. Fez especialização em Artes Plásticas com percurso em Escultura e em Práticas Artísticas Contemporâneas, ambas na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, e, na Faculdade de Letras dessa mesma universidade, licenciou se em História da Arte. Entre as exposições individuais recentes que realizou destaca-se: “Coração Travesti” (Projeto KUBIKULO, Kubikgallery, Porto, Portugal, 2022) e “Princesinha do Cerrado” (Centro para os Assuntos da Arte e Arquitectura, Guimarães, Portugal, 2021). Já as coletivas recentes: “Espaço para o Corpo: Obras da Coleção de Serralves” (Galeria Municipal de Barcelos, Barcelos, Portugal, 2023), “Leiðnivír | Conducting Wire” (Akureyri Art Museum, Akureyri, Islândia, 2023), e “Erro 417: Expectativa Falhada” (Galeria Municipal do Porto, Porto, Portugal, 2021).

Tiago Sant’Ana

Tiago Sant’Ana é artista visual, curador e doutor em Cultura e Sociedade pela Universidade Federal da Bahia. Suas obras fazem parte de acervos como os do MASP – Museu de Arte de São Paulo, Inhotim, Denver Art Museum, Pinacoteca de São Paulo, Museu de Arte do Rio, Instituto Moreira Salles e Museu de Arte Moderna da Bahia. Como curador, entre 2019 e 2022, organizou o programa de exposições do Goethe Institut Salvador, atuou como curador convidado do Pivô Pesquisa (2022) e foi curador assistente da 3a. Bienal da Bahia (2014). Foi professor substituto do Bacharelado Interdisciplinar em Artes na Universidade Federal da Bahia entre 2016 e 2017. Atualmente, é curador-adjunto da 14a. Bienal do Mercosul.

VERVE

A Verve é uma galeria de arte contemporânea fundada em São Paulo. Nascida do entusiasmo e inspiração que animam o espírito da criação artística, a Verve é abrigo para diferentes plataformas de experimentação da arte contemporânea. A eloquência e sutileza que caracterizam o nome do espaço também estão presentes na cuidadosa seleção de artistas e projetos expositivos. Por entender que as linguagens artísticas compreendem processos contínuos e complementares, a galeria representa novos talentos e profissionais consagrados que transitam livremente entre a pintura, o desenho, fotografia, escultura e a gravura. Desde 2016, é dirigida pelo artista visual Allann Seabra e o arquiteto Ian Duarte, e ocupa um espaço no mezanino do histórico Edifício Louvre, em franco diálogo com o patrimônio construído da cidade de São Paulo. Na diversidade de seus espaços expositivos emergem possibilidades de curadoria que vão além do cubo branco, estendendo-se para a rua e cumprindo a função integradora entre a arte, o público e a cidade. 

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