Exposição coletiva “Fim como meio”
Exposição

Exposição coletiva “Fim como meio”

Exposição

  • Nome: Exposição coletiva “Fim como meio”
  • Abertura: 20 de julho 2026
  • Visitação: até 29 de agosto 2026

Local

  • Local: Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica
  • Evento Online: Não
  • Endereço: Rua Luís de Camões, 68, Praça Tiradentes – Rio de Janeiro, RJ

27 MULHERES EXPÕEM NO CENTRO MUNICIPAL HÉLIO OITICICA


Coletiva “Fim como meio”, organizada pela Paralela, propõe reflexões sobre os sentidos do fim


O fim é um limite ou uma abertura para um novo campo?  



O Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica, no Centro do Rio de Janeiro, apresenta no sábado, 18 de julho, às 14h, a coletiva “FIM como MEIO", com a curadoria da Paralela, movimento artístico que viabiliza exposições, encontros e diálogos entre artistas ELAs - todas as formas de ser ela - no campo da arte contemporânea. 


A exposição reúne obras de 27 artistas contemporâneas, tendo como fio condutor reflexões filosóficas sobre a ideia de fim: o término da vida, de ciclos, de relacionamentos, de tecnologias, de paradigmas. O resultado são obras de investigação sensível tendo os mais diferentes suportes, como pintura, escultura, fotografia, objeto e performance. São diferentes visões, expressões e narrativas de como se compreende o tema. Mais do que ilustrar respostas, o desejo é construir coletivamente um espaço de pesquisa sensível sobre aquilo que termina, permanece, desaparece ou se transforma.


“Convidamos artistas a integrar esta construção poética, reflexiva e curatorial da exposição propondo trabalhos e investigações que atravessem questões de finitude, espiritualidade, memória, transformação e permanência. Interessa-nos pensar o fim para além da ideia de encerramento: o fim como passagem, rito, continuidade, ruptura, reinvenção e deslocamento. O fim enquanto limite, borda e fronteira — o ponto instável em que algo se dissolve para que outra coisa possa emergir", conta Marina Ribas, fundadora da Paralela e quem assina o texto crítico da mostra.


Participam da exposição: Amina Samake, Ana Coutinho, Barbara Venosa, Camila Canela, Camile Soares, Carolina Kasting, Carolina Bezerra, Diana Lobo, Fayra Moreira, Gabriela Fero, Gabriella Marinho, Heloisa Madragoa, Hildebranda, Indigo Braga, Joana Uchôa, Kaya Agari, Lila Deva, Luana Carvalho, Marcela Crosman, Marina Ribas, Marina Ryfer, Mitti Mendonça, Paty Wolff, Sofia Bartolomeo, Thásya Barbosa, Vanessa Ximenes e Ventura Perico.


No dia da abertura, acontecem performances e diálogos com as artistas sobre as obras.


Durante todo o período expositivo serão realizadas ativações artísticas e visitas guiadas. As “Falas Paralelas" são experiências sonoras que ecoarão no museu e na rádio Saara. A proposição se alinha com a narrativa curatorial que borra a noção espacial e temporal sobre o fim da própria exposição, questionando as fronteiras entre museu, espaço público e virtual. Participam desta ação: Barbara Venosa, Carolina Bezerra, Carolina Kasting, Hildebranda, Lila Deva, Luana Carvalho, Mitti Mendonça, Vanessa Ximenes.


Em “Paralelizando", a Paralela ocupa com lambe-lambes de 12 artistas os espaços não expositivos no museu (como os corredores e o banheiro), além de uma intervenção sonora. Os trabalhos ficam na instituição após o fim da mostra.


A programação completa será divulgada no Instagram @paralela.galeria. A entrada é gratuita.


Sobre a Paralela

A PARALELA é um movimento artístico idealizado por Marina Ribas, artista multilinguagem, com o propósito de viabilizar exposições, encontros e diálogos entre artistas no campo da arte contemporânea, com curadoria para Elas - todas as formas de ser ela. Através de parcerias com instituições culturais e espaços independentes, a iniciativa atua na criação de redes de troca, colaboração e visibilidade, fortalecendo a produção e a linguagem plástica de cada artista, de forma coletiva.


Movida principalmente pela colaboração de quem participa, a PARALELA se constrói como um espaço de encontro entre artistas, fomentando o feminismo dialógico.


Serviço

Fim como meio (Coletiva)

Texto crítico: Marina Ribas


Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica — Galeria 10

Rua Luís de Camões, 68 — Praça Tiradentes, Rio de Janeiro — RJ


Abertura: 18 de julho de 2026, das 14h às 18h

Período expositivo: de 20 de julho a 29 de agosto  2026


Horário: segunda a sábado, das 10h às 18h 

Telefone: (21) 2242-1012

Entrada franca

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