Otavio Fabro

São Paulo, 1981. Vive e trabalha em São Paulo.

 

Do desejo juvenil de expressar-se e pertencer socialmente, somado à necessidade de sublimar1 a exclusão social e cultural e o envolvimento com ações ilegais, encontra no movimento hip-hop e na linguagem do Graffiti no ano 1998, opções para manter-se vivo e engajado.

Do perder-se pelas ruas da cidade no conhecer e encontrar-se, desbrava “espaços vazios”2 desenvolvendo uma maneira ímpar de entender, relacionar-se, e olhar a cidade contemporânea.

Sua poética engajada o leva a atuar como artista-educador a partir de 2001, junto a Febem/SP, Mam/SP, Ong Mais diferenças, Refugiados Urbanos Ong Projeto Quixote (cracolândia), entre outros. Atuante até os dias de hoje no meio social é colaborador do Unicef.

É Doutor e Mestre em Artes Visuais IA/UNESP - 2011/2019.

O trabalho social, o olhar urbano, e a práxis constituirão sua formatividade3 e exercerão forte influência na formulação de sua poética híbrida de tensão.

Articula diferentes linguagens visuais num híbrido fazer através de intervenções urbanas, objetos, instalações, site specifcs, desenhos, vídeos, pinturas e esculturas, onde subverte e desenvolve técnicas próprias no uso de materiais não convencionais ao universo da arte.

Apresenta seu trabalho no MIS/SP, 2019/20; PGR/DF, 2015; MUBE, 2012/13; Paço das Artes /SP 2011/12; Pinacoteca/SP, 2010 e 2013; Museu da República do Rio de Janeiro, 2007; Bienal de Arte Une, 2006; entre outros.

 

1França Neto. Freud e a sublimação: arte, ciência, amor e política 2007

2Vazios são os lugares em que não se entra e onde se sentiria perdido e vulnerável [...} pela presença de humanos. (BAUMAN, Z. Modernidade líquida, 2001

3PAREYSON, Luigi. Formação da obra de arte. Estética, teoria da formatividade. Petrópolis: Vozes, 1993

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