Rosindo Torres

Nascí no ano de 1963 em Vitória, ES. Vive e trabalho em Vila Velha, ES.

Me formei em licenciatura em artes plásticas UFES, e mestrado em Teatro/UNIRIO, e com profissionais do universo da arte contemporânea do Brasil, como Hillal Samí Hillal, Evandro Carlos Jardim, Nelson Leirner, Carlos Fajardo, Cabelo, Rodrigo Naves, Tadeu Chiarelle, Katie van Scherpenberg, entre outros. Minhas produções artísticas iniciam em 1993 em espaços culturais no ES como a galeria de artes GAEU UFES, galeria Homero Massena, espaço cultural Yázigi e Casa porto das artes plásticas e salões capixaba do MAR, 25º salão nacional de arte de BH, 3º e 4º salão nacional de arte Prêmio Flamboyant/GO, museu de arte MAES/ES, museu de arte MUMA gravura/PR, museu Vale/ES e galeria de arte UFG/Goiânia, espaço cultural do MEC/DF, constituindo prêmios. Participei de exposições com seleção e curadorias de Divino Sobral, Neusa Mendes da Rocha, Fernando Cocchiarele, Walter Brandão, Marcus Lontra, Regina Melim, Amerinda Lopes, Agnaldo Farias, Walter Sebastião, Uiara Bartira, Marcio Sampaio, Moacir dos Anjos, Júlio Martins, Maria Alice Milliet, Evangelina Seiler, Tereza Norma Tommasi, Tadeu Chiarelli, Carlos Sena, Agnaldo Coelho, Maria Helena Lindenberg, entre outros. Participei em exposições com parceiros como Nelson Leiner, Yuri Firmeza, Marcelo Moscheta, Marcone Moreira, Nazareno, José Rufino, Leda Catunda, Marepe, Sandra Cinto, Márcia X, Iole de Freitas entre outros.

Com as práticas de perceber, selecionar e colecionar “coisas” no decorrer de minha vida, essa ação se tornou e estabeleceu relações e conexões de um interpretador de imagens, como aquele que contempla, e por meio da curiosidade deseja decifrar como um espectador, não com o olhar de “sentimento” de empatia, mas com desejo de [...] “aprofundá-la, não como uma questão (um tema), mas como uma ferida: vejo, sinto, portanto noto, olho e penso”* com os olhos sobrepostos sobre meus garimpos imagéticos colecionáveis. esse material apropriado começou a se tornar um inventário de minhas memórias, que decididamente por meio da intervenção da pintura e do remanejamentos composicionais, são “reexibidas” e Intertextualizadas, pois acredito que compete [...] “a mim escolher, submeter [...] e [...] afrontar nela o despertar da intratável realidade”* de mundos subjetivos.

Barthes, Roland. A câmera clara, nota sobre fotografia. Nova Fronteira: RJ, 1980.

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