Artistas

Traplev

Traplev (Roberto Moreira Junior) é bacharel (1999\2003) e mestre (2005\2007) em artes visuais pelo Centro de Artes da Universidade do Estado de Santa Catarina – UDESC, Florianópolis. Coordenou ações de Traplev Orçamentos de 2005 a 2015 com a qual organizou seminários, workshops, curadorias, exposições e projetos colaborativos. De 2002 a 2015 (13 anos) editou a publicação "recibo", da qual foi editor-criador responsável por 18 números com cerca de 75 mil exemplares distribuídos gratuitamente.

Traplev tem realizado uma série de projetos que buscam registrar o momento histórico brasileiro, a partir de material jornalístico e notícias compartilhadas em redes sociais. Por meio de narrativas forjadas na disputa semântica, ele discute as consequências de acontecimentos políticos, como o processo jurídico que resultou no impedimento da presidenta Dilma Rousseff em 2016. Com interferências gráficas e o deslocamento das imagens coletadas no espaço virtual para outras materialidades, sublinha as estratégias empregadas pela grande mídia e seus replicadores, tentando formular uma outra narrativa linguística e estética dos acontecimentos políticos.

Entre algumas de suas exposições individuais estão: 2019: Como ativar os estilhaços da história pela linguagem, curadoria Germano Dushá, Galeria Periscópio, Belo Horizonte, BH; 2017: novasbandeiras entre almofadas pedagógicas, Sé galeria, SP; Sistemas de Estruturas e Elementos de Fachada, sala 5, Galeria Fayga Ostrower, Funarte Brasília; 2015 equivalência absurda - sala 3, Sé Galeria; ambiente sem título 2, Galeria do Centro Cultural do Sistema FIEP-SESI, Curitiba, PR; 2011: validades e frustrações sala 5 - Prêmio Marcantonio Vilaça de Artes Plásticas – Funarte, Museu de Arte de Santa Catarina (MASC); Florianópois/SC; 2009: Die Alsdehnung als Effekt (A Extensão como Efeito) Montgomery, Berlim; 2005: Novos Laboratórios, Museu de Arte Contemporânea de Goías, Goiânia.

Entre algumas das últimas coletivas: 2019: Meta-Arquivo, espaço de escuta e leitura de histórias da ditadura, curadoria Ana Pato, Sesc Belenzinho, Sâo Paulo; Onte, Hoje, Agora, Solar dos Abacaxis, curadoria Catarina Duncan, Rio de Janeiro; 2018: Arte Democracia e Utopia, curadoria de Moacir dos Anjos, Museu de Arte do Rio, RJ, MITOMOTIM, curadoria de Júlia Rebouças, Galpão Videobrasil, São Paulo, 2017: 'How to Remain Silent?' at the A4 Arts Foundation, Curadora Juliana Caffé, Cape Town South Africa; Bandeiras da Revolução: Pernambuco 1887-2017, Curadoria Moacir dos Anjos, Fundaj, Recife, PE; Trienal Frestas de Arte Contemporânea em Sorocaba, SP, Curadoria Daniela Labra e Fabio Tremonte, O terceiro mundo pede benção e vai dormir, Curadoria Victor Gorgulho, Despina, RJ e Fundação Iberê Camargo Porto Alegre, RS; 2016: Terra Falsa, curadoria de Fernando Ticoulat, SP; O que vem com a aurora, curadoria Bernardo Mosqueira, Galeria Casa Triângulo, SP; Somos mais de mil, curadoria Marta Mestre, Parque Lage, Rio de Janeiro; Depois do Futuro, curadoria Daniela Labra, Parque Lage, Rio de Janeiro, Esforço-Desempenho, curadoria de Germano Dushá - Galeria Athena Contemporânea, Rio de Janeiro; 2014: Estado de Suspensão, curadoria Fernando Ticoulat e Germano Dushá, Coletor, São Paulo; 2015: do avesso, do avesso, do avesso, do avesso, curadoria de Maria Montero, Sé Galeria, São Paulo; 2014: Estado de Suspensão, Curadoria: Fernando Ticoulat e Germano Dushá, Coletor, São Paulo, SP; Valsas, Curadoria Ana Maria Maia, Galeria Amparo 60, Recife, PE; Viva Maria, Curadoria Maria Monteiro, Galeria Luciana Brito, São Paulo, SP; 2013: Salão de Arte de Natal, RN; Campo Neutral, curadoria Felipe Prando, Museu da Gravura Cidade de Curitiba, PR; 2012: Agencia de assuntos sub-tropicales, curadoria Teresa Riccardi, Espacio de Arte Contemporaneo (EAC), Montevideo, Uruguay; 2010: À sombra do futuro - Instituto Cervantes de São Paulo, curadoria de Luiza Proença, Roberto Winter e Deyson Gilbert.

Obras do artista