Artistas

Max wíllà morais

max wíllà morais, 1993, vive e trabalha no Rio de Janeiro. Artista, escritora, graduada em Artes Visuais pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro (2016), mestranda em Educação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2019-2021) e bolsista na Escola de Artes Visuais do Parque Lage em Mediação (2014) e no Programa Formação e Deformação (2019-2020). Seus trabalhos de desenho, fotografia e aparição mobilizam histórias, geografias e as relações materiais e imateriais com o mundo e as coisas. Investiga também as experiências visíveis e invisíveis a partir da diáspora preta e dos encontros tanto familiares quanto incomuns.

 

max foi indicada ao prêmio PIPA em 2020 e expôs recentemente na galeria A gentil Carioca, no Museu de Arte do Rio e no Paço Imperial do Rio de Janeiro. Participou das Residências "Raquel Trindade, a Kambinda" no Museu da História e Cultura Afro-Brasileira no Rio de Janeiro, da Residência "Arrebatrá" no Centro Municipal Hélio Oiticica/RJ (2019/2020), da Residência "Entre nós" pela Oá Galeria em parceria com o Mosteiro Zen no Morro da Vargem Zenkoji, 2019; e da residência Despina, no Rio de Janeiro em 2019 e foi educadora do Museu de Arte do Rio (2014-2017).

É colaboradora do Instituto Maria e João Aleixo em Pesquisa, Educação e Culturas em Periferias (2018). Em 2018 estreou com Diambe Daniel Santiso "A poeira não quer sair do Esqueleto", documentário experimental exibido na Argentina, Brasil, Uruguai, Sibéria, Emirados Árabes e Índia, entre outros lugares.

Obras do artista