Artistas

Mariana Manhães

O caráter estranho das máquinas de Mariana Manhães se dá nos sistemas criados pela artista, utilizando diversos materiais e técnicas  que se mesclam afim de compor esses corpos estranhos, máquinas orgânicas, em que tudo se relaciona, se liga, se estimula, em uma linguagem própria e sem lógica aparente. 

O desenho, a fotografia, e a colagem, bem como outras mídias são trabalhados de forma experimental e complementar ao processo de suas instalações, e insistem a não se distinguirem entre si, reiterando o aspecto sistemático e relacional de seu trabalho.

Mariana Manhães (Niterói, Rio de Janeiro, 1977), vive e trabalha no Rio de Janeiro. Formada em Artes Visuais na Escola de Artes Visuais do Parque Lage (2006); cursou Mestrado em Comunicação e Cultura / Tecnologias da Comunicação e Estéticas na Universidade Federal do Rio de Janeiro (2012); workshop "Art, Memory and Testimony” no Tate Modern em Londres (2003).

Entre as exposições individuais estão: Toda palavra tem uma gruta dentro de si, Galeria Múltiplo ( Rio de Janeiro, RJ, 2017); Evento, Paço Imperial (Rio de Janeiro, RJ, 2013); Dentre, Centro Cultural Banco do Brasil (Rio de Janeiro, RJ, 2010); Mariana Manhães, Galeria Leme (São Paulo, SP, 2008); Liquescer, Museu de Arte Contemporânea (Niterói, RJ, 2007); Criado-Mudo, SESC (Niterói, RJ, 2004); Coleção de Eternidades, Galeria ACBEU (Salvador, BA, 2003).

Entre exposições coletivas que participou estão: Marina monumental, Marina da Glória (Rio de Janeiro, RJ, 2017); Bestiário, Centro Cultural São Paulo (São Paulo, SP, 2017); Livrotecagem, Galeria Vermelho (São Paulo, SP, 2017); Prêmio CNI SESI Marcantônio Vilaça, Museu Brasileiro de Escultura (Ribeirão Preto, SP, 2015); Arranjos, com texto crítico de Mariana G. Leme, SAO Espaço de Arte (São Paulo, SP, 2017); MAC USP no Século XXI – A Era dos Artistas, Museu de Arte Contemporânea da USP (São Paulo, SP, 2017); Situações: a instalação no acervo da Pinacoteca de São Paulo, Pina Estação (São Paulo, SP, 2016); Vancouver Biennale, Pavilhão do Brasil na Bienal de Vancouver (Vancouver, Canadá, 2014); Exibição de vídeos ”Um retrato quase apagado” , XVII Bienal de Cerveira (Vila Nova de Cerveira, Portugal, 2013);  Estranhamente Familiar / Unheimlich, Instituto Tomie Ohtake (São Paulo, SP, 2013); Place of Residence, ShanghArt Gallery (Shangai, China, 2012); Games Artists Play, Ruskin Gallery (Cambridge, Inglaterra, 2012); Factory Installed - Mattress Factory, Mattress Factory ( Pittsburgh, Estados Unidos, 2011). 

Entre os prêmios que recebeu estão: Shortlisted for Prêmio CNI SESI Marcantônio Vilaça (2017); Prêmio Marcantônio Vilaça - FUNARTE (2015); Vancouver Biennale Residency Program (2014); Bolsa Funarte de Estímulo às Artes Visuais 2013 - FUNARTE (2013).

Obras do artista